Entenda a nova aliança firmada entre o PT e o Presidente da Câmara dos Deputados

Foto: Ricardo Stuckert/Divulgação/VEJA

Durante a campanha presidencial, o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), criticou bastante Arthur Lira (PP-AL), presidente da câmara dos deputados, por conta do Orçamento Secreto. Mas, agora que o período eleitoral passou, Lula e sua base vai precisar dialogar com Lira e ficar cada vez mais próximo dele.

Na terça-feira (29), PT, PV e PC do B (siglas que formam a federação partidária Brasil da Esperança), junto com PSB, partido do vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin, oficializaram seu apoio a um novo mandato de dois anos para Lira no comando da Casa. Com esse fato, o alagoano se consolida para ser reeleito numa ampla aliança, que inclui desde os partidos da futura base de Lula, como as siglas que apoiam o atual presidente Jair Bolsonaro (PL).

Agora, diante da certeza de que Lira deve se reeleger independentemente da vontade do futuro governo, Lula e o PT resolveram que o melhor é tentar construir uma boa relação com o presidente da Câmara desde já.

Eles demoraram a se pronunciar devido ao trauma de 2015 e 2016, quando a então presidente Dilma Rousseff sofreu um golpe através do processo de impeachment.

Arthur Lira foi aliado fiel do atual governo, engavetando dezenas de pedidos de impeachment contra Bolsonaro. Seu perfil, é bastante realista. Assim que a eleição de Lula foi anunciada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o presidente da Câmara parabenizou Lula e disse que “a vontade da maioria jamais deverá ser contestada”, num claro distanciamento do discurso bolsonarista de questionar a segurança do sistema de votação brasileiro.

Além da boa relação com o presidente da câmara, Lula tenta garantir a governabilidade atraindo partidos de centro-direita para a base do governo, já que as siglas mais à esquerda não garantem maioria de votos no Congresso. O presidente eleito está em negociação no momento com União Brasil, MDB e PSD.

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