“Nunca consideramos intervenção militar pós-eleições”, diz comandante do Exército

O general Fernando Soares, atual comandante militar do Sul, afirmou que não existiu o desejo de uma intervenção militar por parte do Exército após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Após o segundo turno das eleições do ano passado muita gente se concentrou nas proximidades das organizações militares no Brasil todo. Essas pessoas, de alguma maneira, esperavam algum tipo de intervenção militar, que nunca foi considerada. Nós nunca consideramos fazer nenhum tipo de intervenção para modificar resultado de eleição. Nunca foi considerado pelo Exército. Eu sou do alto comando e sento na mesa de reuniões e nunca foi considerada essa possibilidade”, contou o general em entrevista à Rádio Guaíba.

O militar disse que seria ilegal qualquer intervenção. “Os problemas políticos têm que ser resolvidos no âmbito da política. A política tem solução pra tudo. Não cabe às Forças Armadas resolver problema político. A solução não era nenhum tipo de intervenção, porque não nos cabe. É ilegal e não seria bom para o Brasil. Se a gente tivesse feito intervenção, seria uma machadada, e não um arranhão”, disse.

General fez críticas aos atos do dia 8 de janeiro. “Essas pessoas acreditavam que isso pudesse acontecer, que nunca aconteceu, não estava no nosso horizonte fazer qualquer tipo de intervenção. E quando não aconteceu essas pessoas ficaram frustradas, especialmente depois do episódio de 8 de janeiro, em Brasília, quando houve aquele vandalismo gigante, de aspecto reprovável, um crime”.

Fernando Soares será anunciado como comandante de Estado-Maior, considerado o segundo maior posto na hierarquia, abaixo apenas do próprio comandante do Exército, general Tomás Ribeiro Paiva.

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